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Marcha da Maconha 2019

11 de abril, 2019, Emily Bandeira e Ana Cavalcanti


A Marcha da Maconha te convida para juntar pé com pé, voz com voz e vir caminhar nessa esplanada inteira. Juntxs, vamos marchar e repensar "Como a proibição nos afeta?"



arte por @xinelarts


A Marcha da Maconha do DF acontece há anos e é uma chamada pública para recordamos de direitos básicos que desejamos regulamentar (acesso à cannabis terapêutica, autocultivo, cultivo associativo) e também recordarmos de que a guerra às drogas legitima, a nível governamental, o genocídio da juventude negra – e que já deu de políticas públicas que exterminam nosso povo! A marcha ajuda a lembrar, ainda, que essa guerra também prende e controla os corpos, sobretudo das mulheres. Pela liberdade de ser!

A Marcha é também um lembrete para os órgãos reguladores e para quem cria políticas públicas de que estamos de olho e acompanhando os processos que envolvem a maconha em território nacional.

Sobretudo a Marcha é um espaço e tempo de reconhecimento. Reconhecimento entre usuárixs, inquietxs com o cenário atual. Reconhecimento entre quem marcha e os órgãos públicos (estamos aqui, somos vozes!) e reconhecimento também entre a polícia (que também marcha conosco lado a lado nesse dia).

A Marcha é, paradoxalmente, um momento de amor e cuidado entre usuárixs e entusiastas. Um momento para lembrar que, mesmo com tanta coisa pesada a gente ainda lembra de sorrir e de buscar um caminho mais leve.

A Marcha nos lembra que maconha é planta e não apenas um negócio. Que maconha é saúde e não apenas tráfico. A Marcha é pra deixar bem claro que ninguém mais compra essa conversa de proibicionismo. Marcha para recordar quem mais se prejudica nesse combate ineficiente. Marcha para colocarmos nossos corpos em movimento! MARCHA PARA ACORDAR! Simbó, rapeize e mulherada

30 de maio

na esplanada

Concentração em frente à catedral

14:20

#marchadamaconha #maconha #brasília #marcha2019

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Mulheres Cannábicas do Brasil – 2020